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VOLTA ÀS AULAS PRESENCIAIS: COMO PROTEGER ALUNOS E FUNCIONÁRIOS?


Com o início da quarentena em março de 2020 o aumento dos casos da Covid-

19, medidas foram tomadas pelo governo de São Paulo para que as aulas de escolas, faculdades e cursos no geral fossem adaptadas ao modelo à distância.

O ensino à distância não conquistou todos os alunos por falta de familiaridade, de

acesso às tecnologias que ajudassem no acesso a aula e pela distração em casa. Hoje com o retorno temos grandes desafios!



Algumas instituições de ensino estão propondo aulas presenciais nesse segundo

semestre para evitar que o ano letivo seja completamente online e para que a experiência não esteja fora das recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), todos cuidados estão sendo tomados.


Os cuidados sempre devem ser redobrados em ambientes que recebem várias

pessoas, como por exemplo, escolas e faculdades. Mais do que oferecer aulas presenciais e práticas, a instituição deve oferecer suporte para proteger os alunos. Lavar as mãos, usar máscaras de proteção da forma correta, medir a temperatura dos alunos são elementos básicos.


Ao redor do mundo vários países já retomaram suas atividades e outras medidas

adotadas foram: desinfecção em tendas na entrada da escola, uso de protetor salivar entre as mesas dos refeitórios, barreiras de proteção nas carteiras das salas de aula, etc.



Os casos da covid-19 não estão estabilizados e a vacina não está pronta para

distribuição, então todas as precauções devem ser seguidas caso as escolas voltem a

funcionar. De acordo com a BBC, as pesquisas dizem que pode ser seguro reabrir escolas, mas apenas em áreas que não passam por grandes surtos da doença, ainda sendo necessário manter medidas de distanciamento social.


No Brasil, o Amazonas foi o primeiro a retomar às aulas com 123 escolas da rede

pública funcionando com 50% da capacidade e no Rio de Janeiro alguns colégios particulares voltaram às atividades. Os demais estados ainda estão se planejando para esse retorno, como Santa Catarina e Rio Grande do Sul que iniciam em 13 de outubro.

O estado de São Paulo teve uma estimativa para o início de setembro mas foi adiada

para o dia 7 de outubro, já retornada em algumas escolas. As aulas em fase inicial serão destinadas a apenas 35% dos alunos de cada classe, sendo um rodízio para todos os alunos conseguirem frequentar a escola.



As escolas são consideradas grandes centros de contaminação e caso as aulas voltem

ainda em meio a pandemia, indicamos o uso de produtos semelhantes aos que foram

adotados como proteção na Coreia do Sul para proteger ainda mais.

As divisórias nos refeitórios e nas salas de aula são essenciais para manter o

distanciamento mínimo entre cada pessoa e evitam que as gotículas de saliva alcancem os alunos enquanto comem e estudam. Elas também podem ser usadas para separar os funcionários que realizam atendimentos como na secretária e demais áreas em que há contato mais próximo.



Os protetores salivares são uma ótima opção para não haver contaminação direta e

protegem um espaço maior do que as divisórias. Outro produto prático e fácil de usar pelas dependências das escolas é o totem de álcool em gel que evita o contato direto no frasco do produto que geralmente ocorre da forma convencional. O totem é feito personalizado para cada empresa e libera o álcool nas mãos ao

ser acionado por um pedal.


Como as escolas estão sendo consideradas grandes focos de contaminação, todos os

cuidados devem ser seguidos à risca para evitar novos casos da covid-19.


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